Dia de Luta em Defesa do Serviço Público: 24 de março

Em uma ação nacional, vamos mobilizar e fortalecer a luta pela rejeição da Reforma Administrativa (PEC 32/2020) e alertar que a proposta não é só um ataque aos servidores, mas sim à sociedade brasileira.

 

A Reforma Administrativa proposta pelo governo e apoiada por seus aliados é o complemento da PEC Emergencial: agora eles querem tirar a estabilidade do servidor público, pois sabem que não podem colocar funcionários fantasmas nos nossos lugares e nós não participamos de rachadinhas.

Participe da mobilização! 

 

1️⃣ Ações nas redes sociais

Em razão do gravíssimo momento que enfrentamos na pandemia de Covid, vamos colocar nossas faixas nas ruas, mas ocuparemos as redes sociais.

Compartilhe conteúdo contra a Reforma Administrativa, poste foto com um cartaz, marque o Sindjus nas suas postagens e utilize as hashtags: #PEC32Nao #ChegaDeMitos.

No Twitter, às 19h, faremos um twittaço em articulação com a Fenajud e demais sindicatos parceiros.

 

2️⃣ Pressione os deputados

A Reforma Administrativa (PEC 32/2020) está na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal. Neste momento até a data da votação é importante realizar o diálogo e pressionar os deputados federais gaúchos para que votem contra a PEC.

Vamos alertar sobre os prejuízos da reforma e os impactos que decisões como o fim da estabilidade podem prejudicar a continuidade da prestação dos serviços públicos e o combate à corrupção.

Neste link (bit.ly/pressione-dep-fed-RS) você confere a lista de contatos dos deputados federais gaúchos.

 

3️⃣Live

Dentro da programação do Dia de Luta será realizada uma live chamada pelo Sindicato dos Servidores da Justiça Federal do RS (Sisejufe), com o tema “Mulheres contra Reforma Administrativa”.
As mulheres serão mais prejudicadas caso a reforma administrativa do governo Bolsonaro seja aprovada. Um dos motivos é que a criação de novas formas de contratação de servidores, sem concurso público, e a ampliação do espaço para a iniciativa privada na oferta de serviços devem aumentar a desigualdade entre homens e mulheres.
No serviço público, as mulheres conseguem manter seus empregos após a maternidade, enquanto no setor privado, muitas vezes, mulheres deixam de ser escolhidas por conta da possibilidade de engravidar. Apesar de serem maioria no serviço público, as mulheres ocupam menos cargos de chefia e, portanto, recebem menos que homens.

Acompanhe a live às 16h, no site do sisejufe.org.br/aovivo

 

Não à Reforma Administrativa!

Sim à valorização do serviço público!